Fechamento Mensal Maio/17 (-0,01%)

Faaaala Finansfera, beleza?

Que mês! Maio passou e ainda não consegui terminar tarefas e atividades referentes ao quinto mês do ano!

Estudar Finanças? Nem deu! Acompanhar Blogosfera? Passei Longe!  Circuit Break na bolsa? Vi e segui meu caminho! 🙂 O mês foi praticamente dividido em um treinamento do trabalho em Sampa e resoluções de problemas pessoais que com certeza virarão coisas boas.

“Tô atrasado” no fechamento mensal e infelizmente não o farei tão detalhado como de costume. Vou postar um super resumo para fins de registro e do Ranking de Rentabilidade do Capitalismus

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Tô atrasado!

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Carteira Ações do NooB no Circuit Break – 18/05/2017: -10,52%

Faaala Finansfera, beleza?

Este mês estou afastado do mundo financeiro-blogueiro por questões de trabalho, mas vi em alguns blogueiros que sigo a ideia do registro deste dia histórico!

Então, vamos lá:

Minha carteira de ações, neste dia com um CB na Bolsa, fechou com variação de -10,52%

Como minha carteira de ações representa ~ 20% do meu patrimônio, representou uma redução de 2,1%. Muita perda para o dia de hoje!

Abraços

Falando um pouco sobre o HGRE11

Faaala Finansfera, beleza?

Em um post anterior, escrevi sobre minha decisão de começar a estudar Fundos Multi-3x (multi-imóveis, multi-inquilinos, multi-endereços) como uma forma de tentar uma diversificação maior, além de segurança sendo um pouco mais conservador.

E dentre os FIIs deste tipo, no segmento Lajes Corporativas (escritórios), verifiquei que dois FIIs se destacam: HGRE11 e BRCR11. Além destes estou acompanhando mais de perto também o FFCI11 e o KNRI11.

Mas, por que falar do HGRE11?

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Fechamento Mensal Abril/17 (+2,68%)

Faaaala Finansfera, beleza?

Mês de Abril passou que nem vi! O Tempo não anda brincando e segue seu trajeto sem pestanejar. Mês de volta ao trabalho com bastante movimento, reestruturação de equipe, mudança de chefe, contudo o cenário é bastante promissor e me sinto bastante motivado com o novo cenário.

Taxa de juros da economia segue seu ciclo de queda, mercado de ações corrigindo a subida do primeiro mês do ano e sigo o fluxo! Vamos para os resultados:

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FIIs: Depois da compra em Fundos de Fundos, desistência de Agências Bancárias, vamos de Multi-Multi-Multi

Faaaala Finansfera, beleza?

Hoje quero falar um pouco mais sobre a saga do NooB (este que vos escreve) no aprendizado em Fundos de Investimento Imobiliários – FIIs.

Primeira compra: Fundos de Fundos

Em Janeiro deste ano fiz a minha primeira compra escolhendo o Fundo de Fundos BPFF11. Para quem está iniciando e não deseja correr tantos altos riscos, considero um caminho interessante estudar os FIIs desta categoria.

O BPFF11, que tem mais de 90% do capital em cotas de outros 20 Fundos, irá mal se o mercado imobiliário, no geral, for mal. Principalmente se os fundos que compõem a maioria de sua carteira andarem ruim das pernas. Cabe ao gestor, um papel ativo para minimizar perdas, fazer uma boa gestão.

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75% das receitas do BPFF11 são provenientes dos Fundos em que aplica

Em março, o BPFF11 foi autorizado para emissão de novas cotas (outro pedido foi negado em Janeiro), uma maneira, acredito eu, não muito eficiente de manter padrão de renda do fundo ou evitar prejuízos. Se estou arrependido de ter comprado BPFF11? Não.

Acredito que foi uma boa entrada no mundo imobiliário, pois a diversificação obtida na composição de sua carteira foi de meu agrado. Além do mais, hoje tenho um Preço Médio de R$83 e, com seus proventos na casa dos R$0,67/cota, tenho um retorno de 0,8%. Claro que, com as altas vacâncias imobiliárias, nada é garantido daqui para frente. Continuar lendo

Fechamento Mensal Março 2017 (+ 2,99%)

Faaaala Finansfera, beleza?

Mais um mês finalizado. Estive de férias durante o mês de março, mas sem viagens ou grandes passeios. Aproveitei para curtir bons restaurantes e outras atividades pela cidade. Sempre planejamos várias atividades para as férias, contudo no final sempre tem aquela(s) semana(s) de preguiça e procrastinação. 😀

Do ponto de vista dos investimentos, resgates em renda fixa e reaplicação, além de um excelente mês em dividendos recebidos. Vamos para os resultados:

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Taxa não ganha de Tempo e a importância de prazos para os objetivos

Faaala Finansfera, beleza?

Este post fala sobre Renda Fixa e algumas elucidações interessantes que vão surgindo com o passar do tempo, estudos e experiência.

A afirmação Taxa não ganha de Tempo é bastante conhecida pelas pessoas com mais tempo e experiência em investimentos, além de ser preconizada com veemência por um cara (amado por uns, odiado por tantos outros) que possui um site/fórum/plataforma bastante conhecido.

O que o famoso médico-investidor e outros tentam mostrar para as pessoas, principalmente os iniciantes, está contida basicamente aqui:montante-juros-composto

Com certeza, você já utilizou esta fórmula, no mínimo na época do colegial: JUROS COMPOSTOS, onde:

  • M = Montante
  • C = Capital inicial
  • i = taxa
  • n = tempo

Em regra, para calcular o montante final, pegamos a taxa (1+i), elevamos ao tempo (n) e multiplicamos pelo capital aportado. Assim, de cara, eu lhe pergunto:

Qual operação matemática possui um crescimento maior? Multiplicação ou a Exponenciação?

Para calcularmos nossos montantes finais, os valores de tempo (N) são sempre positivos (não existe -10 anos!), assim como as taxas que encontramos no mercado são números reais positivos.

Então, consegue perceber que o crescimento numérico de uma potenciação é muito maior que o da multiplicação? O tempo é o fator exponencial. A taxa é o fator multiplicador. Quanto maior o tempo seu capital estiver investido, maior será o fator multiplicador do capital inicial.

Quanto mais tarde pagar Imposto de Renda, melhor

Outro fator que auxilia em um montante final maior, para aplicações que duram mais tempo, é o pagamento do Imposto de Renda. Aqui, ouvimos muito falar na famosa frase:

"Evite girar patrimônio."

Mas o que isso quer dizer?

Se você tem um capital inicial C e deseja aplicá-lo por um prazo de 10 anos (n), o que seria melhor: Aplicá-lo uma única vez a uma taxa pelo período de 10 anos, ou fazer inúmeros reinvestimentos, por exemplo 5 aplicações de 2 anos?

Na segunda opção, você pagaria imposto de renda ao final de cada 2 anos, reaplicando o montante líquido a uma nova taxa disponível na época. No geral, sairia perdendo, pois o pagamento antecipado do imposto diminuiria o capital investido ao longo do prazo.

“Mas NooB, eu posso ter a sorte de, a cada 2 anos, achar taxas muito mais atrativas e fazer com que, no final dos 10 anos, eu tenha uma rentabilidade melhor que uma única aplicação.”

Sim, pode! Mas também pode ter o azar de nunca mais achar taxas como a contratada inicialmente.

Perceba que isto não vai depender de você, é um fator externo que você não poderá controlar. Além do que, esta busca incessante por taxas maiores, investimentos melhores privarão você de viver, curtir a vida! (não seja um escravo das planilhas, cálculos, Home Broker, etc.)

Então devo aplicar tudo em Títulos de Longo Prazo?

Não!

A fórmula acima apenas demonstra matematicamente que o fator tempo é mais interessante que o fator taxa contratada, assim como a explicação de não girar patrimônio, pagando imposto de renda mais cedo, contribui também para um montante maior.

Mas nem tudo na vida é matemática! Somos seres humanos e temos necessidades, objetivos. E lembre-se sempre que para uma boa saúde financeira você deve ter seus objetivos bem definidos de :

  • CP = CURTO PRAZO;
  • MP = MEDIO PRAZO;
  • LP = LONGO PRAZO.

Então, se vc pretende a curto prazo fazer uma viagem, trocar de carro, ou pagar integralmente o colégio de seu filho, não fará aplicações em títulos do Tesouro Direto IPCA+ 2035 ou 2045, correto? Já aportar a cada 2 anos em um CDB diferente com vistas na aposentadoria, pode não ser a melhor alternativa, percebe?

Por mais que as taxas estejam interessantes e o tempo de aplicação seja grande (fazendo jus à matemática), seus objetivos definem o tipo de aplicação e investimento a serem realizados.

Abraços!